Essa disposição legal tem estado no centro de uma espécie de ‘ping-pong’ político, tendo sido imposta pelos Governos republicanos e revogada pelos democratas desde 1984. Mais recentemente, foi o antecessor de Trump, Barack Obama, quem pôs fim à proibição em 2009. Trump assinou o diploma um dia após o aniversário, a 22 de janeiro, da decisão de 1973 do Supremo Tribunal Roe vs. Wade, que legalizou o aborto nos Estados Unidos — a data em que habitualmente os Presidentes decidem sobre esta matéria. A legislação também proíbe financiamento com o dinheiro dos contribuintes para grupos de pressão que pretendem legalizar o aborto ou promovê-lo como método de planeamento familiar.

Compartilhamentos

8694

LEIA TAMBÉM

Menino de 12 anos morre em acidente com três carros no município de Porto Seguro

Jerônimo confirma Geraldinho como pré-candidato a vice e mantém chapa governista

Itagibá: Nova diretoria da ASPLEI toma posse em culto solene na Igreja CEIA

Suspeito de abuso sexual contra a própria filha é preso na zona rural de Jitaúna