Um dos piores efeitos colaterais da greve dos caminhoneiros chegou no caixa das prefeituras: a queda brusca do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), principal receita da maioria das cidades, que agora em junho ficou 26,3% menor do que no mesmo período no ano passado. Os prefeitos vão ter que se virar para pagar o funcionalismo a partir deste mês (ainda mais com folhas de pagamento acima do limite) e os fornecedores. Muitas cidades baianas já estão com dificuldades no caixa. O planejamento, geralmente deixado em segundo plano pelos gestores, virou necessidade primária. Sendo ano eleitoral vai ser difícil usar a máquina pública na campanha com folga sem comprometer as finanças municipais. O que pode trazer grandes dificuldades e demissões depois de outubro.

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