Os prefeitos de Porto Seguro, Cláudia Oliveira; de Eunápolis, Robério Batista de Oliveira; e Santa Cruz Cabrália, Agnelo Santos, todos do PSD, serão conduzidos coercitivamente, dentro da Operação Fraternos. Segundo o delegado Alexsander Dias, há a possibilidade de prisão preventiva dos três, o que será avaliado durante depoimento dos acusados. “Se a gente achar que haja risco da investigação, não só eles, como outros podem ser presos”, disse o delegado Alecxander Dias ao Bahia Notícias. Na operação, o secretário de administração de Eunápolis foi preso e a secretária de saúde de Porto Seguro, junto com um funcionário da cidade, foi conduzida coercitivamente. O afastamento dos três prefeitos só pode ser revogado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região em Brasília.  Ao todo, cerca de R$ 200 milhões foram desviados pela organização criminosa.  Os recursos desviados atribuídos aos prefeitos tinham origem diversa. Conforme o delegado, o desfalque ia de serviços da educação a obras em geral.“O cardápio era bem variado. Ia de verbas da educação, como merenda escolar, além de coleta de lixo, pavimentação asfáltica, locação de palco e estrutura para revéillon e São João”, afirmou em entrevista ao Bahia Notícias.

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