Uma operadora de caixa de 41 anos estava em um ponto de ônibus quando foi atacada por homem com uma seringa. Encostada em um poste, na tarde desta terça-feira (18), ela sentiu uma picada nas nádegas e, quando olhou para trás, viu um homem negro se afastando do local sorrindo e com a arma do crime nas mãos. Segundo a vítima descreveu ao CORREIO, ele usava uma camisa listrada nas cores branca e azul. A caixa é, ao que tudo indica, a terceira vítima que se tem notícia do maníaco da seringa. As outras são um motorista de ônibus e um soldado do exército. O novo ataque ocorreu na rua Lélis Piedade, na Ribeira. Ela foi à delegacia prestar queixa e depois seguiu para o Hospital Couto Maia. Mas, para sua surpresa, os médicos disseram que só a atenderiam com um relatório da polícia. “Voltei na delegacia para pegar. Lá eu vomitei e já tava com a perna dormente. O policial que me atendeu até ficou indignado porque eu deveria receber atendimento imediato. Só consegui ser atendida no hospital por volta das 15h”, conta. Na unidade de saúde, ela passou por exames de sangue e tomou três tipos de vacina. “Me deram também três caixas de coquetel para HIV”. Hoje, ela deverá ir ao Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR) realizar mais exames. *Correio da Bahia

Compartilhamentos

9149

LEIA TAMBÉM

Público reconhece organização e limpeza do São Pedro de Ipiaú 2026

Governo propõe aumento do teto do MEI para até R$ 140 mil e ampliação no número de funcionários

Vigilante é morto a tiros por colega de trabalho durante festa de São Pedro no oeste da Bahia

Brasil vence Japão de virada nos acréscimos e garante vaga nas oitavas da Copa do Mundo