As propostas anunciadas pelo governo federal para tentar conter a manifestação dos caminhoneiros não foi recebida por unanimidade pela categoria. Em Brasília, antes mesmo do término da reunião com o governo, José da Fonseca Lopes, da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCam), manifestou seu desacordo, de acordo com o portal G1. A entidade representa cerca de 650 mil caminhoneiros. Depois do comunicado feito pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha; da Secretaria de Governo, Carlos Marun; e da Fazenda, Eduardo Guardia, começaram a circular em redes sociais e aplicativos de mensagens em vídeo com caminhoneiros dizendo não terem sido representados no encontro em Brasília e que vão continuar a protestar nas estradas.Liderança dos caminhoneiros no Estado de Mato Grosso, Gilson Baitaca divulgou uma mensagem de áudio também criticando a postura do governo. Disse que a categoria não deu trégua ao governo porque duas das principais reivindicações não foram atendidas. Entre elas, a isenção de PIS-Cofins sobre combustíveis. “Não houve nenhum acordo. O governo pegou a assinatura de duas ou três entidades e soltou na imprensa que houve um acordo a fim de estabelecer uma trégua. E não houve acordo nenhum porque eu estava junto”, disse Baitaca, afirmando estar presente na reunião.

Compartilhamentos

6370

LEIA TAMBÉM

Público reconhece organização e limpeza do São Pedro de Ipiaú 2026

Governo propõe aumento do teto do MEI para até R$ 140 mil e ampliação no número de funcionários

Vigilante é morto a tiros por colega de trabalho durante festa de São Pedro no oeste da Bahia

Brasil vence Japão de virada nos acréscimos e garante vaga nas oitavas da Copa do Mundo