Um estudo publicado no mês de junho desse ano, na revista científica Anatomia Histologia Embryologia, mostrou um fenômeno raro, sobre um morcego de duas cabeças, que foi encontrado debaixo de uma mangueira, em 2001, no Espírito Santo.
O animal foi encontrado por um pesquisador brasileiro, do pós-doutorado em biologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense, Marcelo Rodrigues Nogueira. “Fiquei completamente atônito”, disse o pesquisador, em um e-mail enviado ao site Live Science.
Esse mesmo fenômeno só foi registrado duas vezes na literatura científica, uma em 1969 e outra em 2015.
Segundo o pesquisador Daniel Urban, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, que publicou o estudo de 2015, trata-se de um fenômeno tão raro que os cientistas preferem não usar um método de estudo invasivo, para preservar o cadáver do animal.
Um raio-x mostrou que as espinhas dos morcegos gêmeos siameses formam um “Y”, com duas colunas que se separam. Já as imagens do ultrassom, revelam a existência de dois corações, de tamanhos iguais, possivelmente separados.

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