Pela segunda vez no ano, pratas do Ceará são atingidas por manchas de origem desconhecida, em episódio semelhante ao vazamento que atingiu 11 estados brasileiros em 2019. Segundo o governo do estado, até a quinta-feira (10) 11 municípios haviam comunicado o aparecimento das manchas.

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Ceará, os primeiros alertas de manchas foram feitos em Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, na terça-feira (8). No dia seguinte, foram avistadas as primeiras manchas na capital.

Segundo relatório divulgado nesta quinta, foram avistadas manchas também em Aracati, Fortim,
Beberibe, Cascavel, Aquiraz, São Gonçalo do Amarante, Paracuru, Paraipaba e Trairi. Entre as

 praias afetadas estão destinos turísticos como Canoa Quebrada e a Praia do Futuro, na capital.

Além da poluição, o aparecimento das manchas preocupa as autoridades por ocorrer em época de desova das tartarugas. A secretaria de Meio Ambiente alerta à população para que não devolva animais encontrados vivos ao mar, para evitar contato com o óleo.

“Constatou-se que as amostras coletadas nas praias do Ceará em janeiro de 2022 se correlacionam com amostras de petróleos originados de matéria orgânica marinha, os quais ocorrem em algumas bacias da margem continental do Brasil”, informou no início do mês o governo do estado.

Assim, as investigações apontaram três hipóteses: vazamento natural de petróleo do fundo do mar, processo conhecido como exsudação; acidente em operação de perfuração de poços; ou acidente em navio de transporte de petróleo.

Ainda não há informações sobre a origem das manchas encontradas esta semana.

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