A Justiça Estadual determinou que Ricardo Santana Borges Pitanga, acusado de triplo homicídio qualificado, vá a júri popular. O caso aconteceu em 17 de maio de 2019, na Rua Manoel Barros de Azevedo, bairro do Caminho de Areia, em Salvador. Cristiane Alves Pergentino e as irmãs Priscila Angelo de Castro e Patrícia Angelo de Castro foram mortas a facadas por causa de uma briga com a família de Ricardo, de quem as vítimas eram vizinhas.

A sentença de pronúncia do réu foi proferida em 16 de dezembro do ano passado pela juíza Gelzi Maria Almeida Souza, do 1º Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri, mas foi publicada no Diário Oficial da Justiça apenas nesta segunda-feira (8). Nela, a magistrada também manteve a prisão preventiva de Ricardo.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou o acusado por feminicídio por avaliar que o crime foi praticado pelo fato de as vítimas serem do sexo feminino, “em razão das suas condições de gênero, já que o denunciado demostrou o seu menosprezo revelado em relação as vítimas, relegando as condições de mulheres.” A juíza responsável pelo caso, no entanto, não viu nos autos elementos que evidenciem motivação de gênero, afastando a hipótese de feminicídio.

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