As cidades de Caetité, Jacobina e Itagibá responderam por 51% da produção mineral do estado comercializada em agosto. Os dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) revelam que a variação em relação ao mesmo período do ano passado foi de 58%, saindo de R$ 566 milhões para R$ 895 milhões. Além desses três municípios, as cidades de Jaguarari, Sento Sé, Piatã, Barrocas, Andorinha, Juazeiro e Brumado também se destacaram. Em agosto, a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), já registrou uma arrecadação de R$ 91,6 milhões na Bahia. O número ultrapassa o valor de R$ 57 milhões, representando um crescimento de 60% em relação ao mesmo período de 2020.

De acordo com a SDE, os números colocam a Bahia em terceiro lugar no ranking nacional de arrecadação de CFEM, atrás apenas de Pará e Minas Gerais. A expectativa é que, já em setembro, o valor ultrapasse os R$ 94 milhões arrecadados durante todo o ano de 2020. “Atualmente temos o ferro, o ouro e o níquel como os principais bens minerais produzidos na Bahia, e junto a outros completam uma grande variedade que nos anima num crescimento contínuo e sustentável do setor”, avalia o secretário de desenvolvimento econômico, Nelson Leal. De acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, somente no mês de agosto 74 alvarás de pesquisa foram protocolados na instituição, assim como 152 requerimentos de pesquisa.

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