Os hospitais privados do Brasil podem zerar os estoques de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) em menos de dois meses. O alerta, segundo a colunista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo, foi feito pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp). A entidade reúne 122 unidades, incluindo os hospitais Aliança, Cárdio Pulmonar e Português. No ofício, enviado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a Associação fala sobre a possível falta de máscaras, luvas cirúrgicas e álcool em gel, e ainda estima que existem produtos sendo comercializados com mais de 500% de aumento nos preços. O documento sugere que sejam liberadas as cargas aduaneiras dos materiais, avaliação de alternativas no mercado nacional para uma possível escassez, liberação de kits alternativos para detecção da Covid-19 e ações direcionadas a coibir a prática abusiva de preços. Além da Associação, também assinaram o documento as entidades Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) e a Confederação das Santas Casas de Misericódia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB). 

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