O governo do presidente em exercício Michel Temer tem como uma das missões passar um pente-fino nas empresas estatais, incluindo a Petrobras, alvo de envolvimentos em corrupção nos últimos anos. Conforme informação do O Globo, a ideia é corrigir os excessos, impor uma gestão mais bem avaliada pelo mercado financeiro e aumentar o grau de eficiência das empresas. É o que se comenta entre os interlocutores do novo governo.  Segundo o portal, Temer planeja não apenas substituir nomes, mas fazer uma devassa nos contratos das empresas, a fim de cortar as despesas e aumentar a confiança. No entanto, isso não significa que as estatais não continuarão aparelhadas. Se, antes, seu comando era dividido entre PT, PMDB e PP, com a saída dos petistas, os políticos dos dois últimos partidos continuarão a fatiar as empresas. O peemedebista Eliseu Padilha deve coordenar essa movimentação e orientar a renegociação dos contratos de cada uma das estatais. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vai participar da escolha dos substitutos de Aldemir Bendine (Petrobras) e Alexandre Abreu (BB), mas isso será feito com calma, para não criar turbulências no mercado financeiro, afirmaram interlocutores.

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