A ex-presidente
Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira (13) que está envolvida nas
discussões em prol da reformulação do PT, que devem passar pela troca
antecipada da cúpula do partido. “Sem dúvida eu vou participar disso, já
estou participando. É algo que tem que ser feito”, disse em entrevista à
Rádio Guaíba, quando questionada sobre o assunto. De acordo com Dilma, o
PT deve reconhecer que cometeu erros e quais foram esses erros. “Agora,
não é uma questão de se autopunir, mas de buscar novos caminhos, de
perceber que houve opções e atitudes incorretas”, avaliou. “Eu acredito
que o PT tem um patrimônio, é o patrimônio das lutas sociais no Brasil.
Não é esta ou aquela pessoa que definirá como o partido vai prosseguir”,
completou. A ex-presidente disse que não vê ninguém de dentro do PT que
seja contra essa discussão a respeito do rumo que será tomado pelo
partido. “Tem que fazer uma reavaliação porque o que ocorreu é muito
grave. Não só as eleições. O impeachment é muito grave, a ruptura
democrática é muito grave, e isso vai ensejar a discussão sobre o que
fazer”, falou, acrescentando que é importante envolver a juventude nesse
processo. “Tem de ter uma nova geração que seja a responsável também
por todo o reerguimento do PT”, avaliou. Na entrevista à rádio de Porto
Alegre, Dilma falou ainda que o seu partido foi vítima de uma
“demonização” nos últimos tempos. “É como se o PT fosse o depositário de
todos os pecados do mundo, o que não é verdade”, disse.
Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira (13) que está envolvida nas
discussões em prol da reformulação do PT, que devem passar pela troca
antecipada da cúpula do partido. “Sem dúvida eu vou participar disso, já
estou participando. É algo que tem que ser feito”, disse em entrevista à
Rádio Guaíba, quando questionada sobre o assunto. De acordo com Dilma, o
PT deve reconhecer que cometeu erros e quais foram esses erros. “Agora,
não é uma questão de se autopunir, mas de buscar novos caminhos, de
perceber que houve opções e atitudes incorretas”, avaliou. “Eu acredito
que o PT tem um patrimônio, é o patrimônio das lutas sociais no Brasil.
Não é esta ou aquela pessoa que definirá como o partido vai prosseguir”,
completou. A ex-presidente disse que não vê ninguém de dentro do PT que
seja contra essa discussão a respeito do rumo que será tomado pelo
partido. “Tem que fazer uma reavaliação porque o que ocorreu é muito
grave. Não só as eleições. O impeachment é muito grave, a ruptura
democrática é muito grave, e isso vai ensejar a discussão sobre o que
fazer”, falou, acrescentando que é importante envolver a juventude nesse
processo. “Tem de ter uma nova geração que seja a responsável também
por todo o reerguimento do PT”, avaliou. Na entrevista à rádio de Porto
Alegre, Dilma falou ainda que o seu partido foi vítima de uma
“demonização” nos últimos tempos. “É como se o PT fosse o depositário de
todos os pecados do mundo, o que não é verdade”, disse.
