O ex-deputado Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Funaro, ambos presos na Operação Lava Jato, são alvo de mais um ação na Justiça, desta vez acusados pelo Ministério Público (MP) de causar um prejuízo de R$ 41 milhões ao fundo Prece, previdência complementar dos funcionários da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). Os dois e mais dez pessoas, segundo as investigações, usavam os fundos do Prece para fazer aplicações na Bolsa de Valores. Quando esses investimentos davam lucro, o valor era dividido entre o grupo, quando havia prejuízo, quem pagava a conta era o Prece.  O esquema funcionou, segundo informações do portal G1, entre 2003 e 2006. Na ação civil pública, o MP pede o sequestro de bens dos acusados, num total de R$ 21,8 milhões, para ressarcir as perdas causadas ao fundo previdenciário.

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