O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa contou ao G1 que antes do confronto que matou o ex-policial Adriano Magalhães da Nóbrega, os agentes de três forças especiais da polícia baiana prenderam homens que davam segurança ao miliciano. Adriano estava escondido em um sítio de um vereador do PSL na cidade de Esplanada. “Foram pegas pessoas que estavam dando cobertura, com armamento na mão, que indicaram que ele (Adriano) estava em num tereno próximo. A polícia fez o cerco, e ele tava com a pistola na mão e reagindo”, contou o secretário. O secretário não informou quantas pessoas estavam na segurança de Adriano. O ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do RJ era procurado por integrar um grupo de matadores conhecido como Escritório do Crime. Adriano também era investigado por suspeita de participar do repasse de dinheiro ao então deputado estadual Flávio Bolsonaro, no esquema chamado de rachadinha. A mulher e a mãe de Adriano, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega e Raimunda Veras Magalhães, trabalharam no gabinete de Flávio. Queiroz teria inclusive recebido repasses de duas pizzarias controladas por Adriano, de acordo com a investigação. *Ler mais.

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