Exercício, solidariedade e alegria: vem aí a 4ª Caminhada da Saúde da Atlantic Nickel

Itagibá: Carro capota várias vezes em grave acidente; jovem de 25 anos sobrevive

Itagibá: Colégio Estadual Dulce Almeida vence o Inova Níquel da Atlantic Nickel e conquista prêmio de R$ 10 mil

Moção de pesar do deputado Fabrício Falcão pela morte do vereador Neguinho Motorista

Menino de 12 anos morre em acidente com três carros no município de Porto Seguro

Jerônimo confirma Geraldinho como pré-candidato a vice e mantém chapa governista

Itagibá: Nova diretoria da ASPLEI toma posse em culto solene na Igreja CEIA

Suspeito de abuso sexual contra a própria filha é preso na zona rural de Jitaúna

Um homem suspeito de participar da morte de uma criança de sete anos, em Iguaí, no sudoeste da Bahia, ocorrida em outubro de 2020, foi preso na quinta-feira (18), na mesma cidade. Ele também era procurado pela tentativa de assassinato de uma jovem, na última segunda-feira (15). A Polícia recebeu informações de que um grupo ligado à tentativa de homicídio da jovem estaria escondido em uma casa, no bairro de Tancredo Neves, em Iguaí.

Uma equipe de policiais foi até o local e encontrou João Pedro Lisboa da Anunciação. Durante a abordagem policial, ele negou ter participação nos casos e falou que o irmão dele é que seria o responsável pelos crimes. Os policiais, entretanto, identificaram que era ele o procurado, inclusive com mandados de prisão expedidos pelos crimes. Após ser preso, ele foi levado para a delegacia de Itapetinga. De lá ele será transferido para o sistema prisional.

Morte de criança

Um garoto de 7 anos foi morto a tiros dentro de casa, em Iguaí, em 16 de outubro de 2020, após dois homens invadirem o imóvel em busca do pai dele, que também foi baleado, mas sobreviveu. A Polícia Militar foi ao local, para averiguar denúncias de disparos de arma de fogo, na rua Luís Azevedo Cerqueira, bairro Marinho Freitas. As informações são do G1

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Morreu nesta quinta-feira (18), o prefeito da cidade de Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano, Herzem Gusmão (MDB). O político testou positivo para a Covid-19 em dezembro do ano passado e, a partir daí, enfrentou um longo processo na luta pela cura da doença. Após apresentar sutis melhoras no quadro, na manhã dessa sexta, Herzem chegou a ser transferido novamente para a Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Sírio Libanês, onde estava internado em São Paulo desde 26 de dezembro de 2020, mas acabou não resistindo. Ainda não há informações sobre o velório do político. Ele deixa esposa, três filhos e um neto.

Herzem testou positivo para a Covid-19 em 7 de dezembro do ano passado. Dez dias depois ele foi diagnosticado com uma lesão pulmonar e precisou fazer uso de oxigênio para respirar com mais conforto. Já no dia 26 do mesmo mês, foi transferido para o Sírio-Libanês, onde deu entrada com um quadro de pneumonia secundária. Em 1º de janeiro deste ano, não tomou posse como prefeito, o que só aconteceu no dia 8, um mês após ter contraído a doença.

Herzem Gusmão era natural de Vitória da Conquista. Ele era graduado em direito com especialização em jornalismo. Por 40 anos foi líder de audiência como radialista e se destacou como jogador de basquete no estado. Em 2015 assumiu o cargo de deputado estadual, foi presidente da Comissão Estadual de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia. Porém tinha o sonho de ser prefeito de Vitória da Conquista.

Disputou duas eleições em 2008 e 2012, mas não conseguiu se eleger. Em 2016 foi eleito prefeito da terceira maior cidade do estado. Em novembro do ano passado, Herzem foi reeleito em segundo turno com quase 98 mil votos. Por causa da internação devido à doença, em 1º de janeiro a vice-prefeita Sheila Lemos (DEM), eleita no pleito de 2020, tomou posse do cargo de prefeita de Vitória da Conquista. Uma semana depois, Herzem tomou posse do cargo em cerimônia virtual.

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A Bahia amanheceu nesta quinta-feira (18) com 435 pessoas que esperavam por regulação para leitos de Unidade Terapia Intensiva (UTI) com Covid-19, segundo informações da subsecretária de Saúde da Bahia, Tereza Paim. A situação foi denominada por ela como um “rolo compressor”.

“Hoje amanhecemos com 435 pessoas na fila. É um rolo compressor, a gente fala que estamos enxugando gelo, porque é muita gente procurando serviço de saúde e eles estão corretos, precisam buscar. Quanto mais precoce a gente conseguir cuidar dessas pessoas melhor, mas o número de leitos, por mais que estejamos abrindo mais leitos, já chegamos a mais de 3.200 leitos entre UTIs e clínicos, mais de três mil leitos de UTI, fora os 36 leitos de UTI pediátrico. Está difícil, momento muito crítico”, disse a subsecretária.

De acordo com Tereza Paim, os pacientes esperavam entre 12 e 18 horas por regulação na primeira onda. Agora, a espera triplicou, e tem pacientes que aguardam entre 36 e 48 horas por atendimento. “Na 1ª onda, eles esperavam mais ou menos 12 horas, no máximo 18 e todos estavam acomodados nos leitos específicos. Hoje a gente ultrapassa 36, 48 horas muitas vezes”.

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Na sessão desta quarta-feira (17/03), realizada por meio eletrônico, os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios mantiveram o Parecer de Rejeição das contas do exercício de 2018 da prefeitura de Itagibá, da responsabilidade do prefeito Gilson Manoel Fonseca.

O conselheiro substituto Ronaldo Sant’anna, manteve a decisão anterior, negando provimento ao pedido de reconsideração feito pelo gestor. O ex-prefeito, já havia tido suas contas rejeitas, e realizou o pedido de reconsideração que foi negado provimento por unanimidade do plenário.

Foram apontadas na análise diversas irregularidades como: modalidade de licitação incompatível com o objeto, ausência de pareceres jurídicos, notas fiscais sem preços unitários.

O ex-prefeito foi multado em R$ 68.800,00 (sessenta e oito mil e oitocentos reais), pelas irregularidades identificadas nas contas e devido a não adoção das medidas saneadoras para recondução do índice de pessoal.

Está é a segunda vez que o Prefeito tem suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas. Durante o seu 1ª mandado como gestor do município, as Contas do Exercício de 1990 também foram rejeitadas pelo TCM-Ba. *O Diário

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O homem suspeito de atropelar e matar uma mulher em Jequié, em fevereiro deste ano, foi identificado pela polícia. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (17) pela delegacia da cidade, após o caso, o suspeito tentou ocultar provas que o ligassem ao atropelamento. Como não houve flagrante, ele não foi preso. De acordo com o delegado Moabe Macedo, o homem confessou que era ele quem dirigia o veículo.

O suspeito, de iniciais D.L.M., disse que conduzia o veículo pela Rua José Moreira Sobrinho, conhecida como Ladeira da Balança, quando viu Sandra Breia Cavalcante Paim terminando de atravessar a via. Ele contou que, de repente, a mulher teria retornado para pista, e ele não conseguiu evitar o acidente. Ainda segundo o delegado, o homem alegou que não prestou socorro à vítima, porque aglomerou muita gente no local e ele ficou com medo de ser linchado.

Moabe Macedo ainda informou que o homem tentou se livrar das provas que o ligavam ao caso, consertando o veículo e revendendo-o na cidade de Rio Verde (GO). A investigação, contudo, colheu informações que o identificaram como o motorista do veículo.

“Agora vamos expedir carta precatória para a delegacia que responde pela cidade de Rio Verde, para levar o veiculo pra fazer perícia. Porque é mais um elemento de informação, caso ele [o suspeito] queira desfazer a confissão na delegacia. Porque ele pode, em juízo, desfazer. A gente vai pedir a perícia, juntar com o laudo pericial com o laudo necropsia, o interrogatório dele, as câmeras que obtivemos, e ele será indicado por homicídio culposo, agravado por omissão de socorro e ocultação de provas”, afirmou o delegado. *As informações do G1

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2642

Após um ano do primeiro caso de coronavírus no Brasil e de mais de 282 mil vítimas da Covid-19, a rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate à pandemia chegou a ser pior índice: 54% dos brasileiros veem a postura do chefe do Executivo como péssima ou ruim. Os dados são da pesquisa Datafolha, realizada nesta segunda (15) e terça-feira (16), com 2.023 pessoas. As entrevistas, cujo resultado foi divulgado no fim da noite de ontem, foram feitas por telefone. Os números mostram que na pesquisa anterior, feita em janeiro, a rejeição de Bolsonaro era de 48%. Em contrapartida, caiu o número de pessoas que acham o combate ótimo ou bom: de 26% em janeiro para 22% agora. Enquanto isso, 24% consideram a gestão regular e 1% não opinou a respeito.

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2643

A violência segue assustando os moradores de Ipiaú. Na manhã dessa quarta-feira (17), por volta das 08h20, o jovem Jonas de Souza Santos, de 27 anos, foi baleado na Rua Gerson Nascimento, bairro Pau D´Arco. A vítima foi atingida por um tiro nas imediações da pelve renal, sendo socorrida por populares até o Hospital Geral de Ipiaú. Conforme apurou o GIRO, o paciente está lúcido e será transferido para o Hospital Prado Valadares, em Jequié.

Ainda não foi informado as circunstâncias do crime. A autoria e motivação da tentativa de homicídio serão apuradas pela Polícia Civil. A cidade de Ipiaú vive nos últimos dias uma série de homicídios e tentativas de homicídios. Informações policiais apontam que está havendo uma disputa de domínio entre integrantes de um grupo criminoso. *Redação/Giro Ipiaú

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Cerca de 293 mil famílias de baixa renda da Bahia com filhos matriculados na rede estadual de ensino vão receber um auxílio mensal de R$ 150 para manter os estudantes na escola. A chamada bolsa permanência é uma das três ações do Governo do Estado para a educação que integram o programa Estado Solidário, lançado pelo governador Rui Costa em live realizada nesta terça-feira (16). O projeto oferece ainda o vale-alimentação de R$ 55 para cada aluno da rede estadual e a bolsa de monitoria, no valor de R$ 100.

“Lançamos aqui o programa estado solidário para apoiar a sociedade, dentro das limitações do estado, para os setores mais impactados e para a área da educação. Vamos implementar três tipos de ações que são um misto de apoio à educação e social às famílias dos estudantes”, afirmou o governador.

A bolsa permanência deve ser paga por seis meses, estimou Rui. o objetivo é apoiar as famílias de baixa renda durante o período mais duro de recessão causado pelo recrudescimento da pandemia. Antes de ser liberada, a proposta do benefício será enviada para a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia até sexta-feira (19) para aprovação dos deputados. Para receber o benefício, a família deve estar cadastrada no Cadúnico e ter um filho matriculado na rede estadual. Entretanto, o estudante deve possuir frequência escolar, mesmo durante as atividades à distância.

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Uma jovem de 26 anos de prenome Talita, cometeu suicídio por enforcamento no Japomirim, distrito de Itagibá. O corpo foi encontrado no banheiro da sua residência por volta das 12:30hs no Japomirim, onde era considerada uma pessoa muito querida.

A inesperada notícia chocou a comunidade de Japomirim. Talita era casada. Ela trabalhava em uma loja na rua Dois de Julho e residia na rua Esmeraldo Rocha, bairro Damião Macena, em Japomirim. Conforme informações colhidas pelo repórter Geni Souza no local, ela não tinha motivo conhecido para cometer o ato extremo. Ipiaú Online

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Um veículo modelo Uno, na cor branca, capotou na BA-650, que liga Itagibá à cidade de Dário Meira, na noite desse sábado (13), por volta das 19h00. De acordo com informações apuradas pela nossa reportagem do Giro Itagibá, três pessoas, 1 mulher e 2 homens não identificados, moradores do município de Ipiaú, sofreram um grave acidente de carro e ficaram feridas, uma delas em estado mais grave. 

Segundo moradores, o condutor do carro perdeu o controle da direção do veículo, assim ocasionando o grave acidente, no qual o veículo ficou totalmente destruído. As vítimas foram socorridas pelo Samu e encaminhadas para o Hospital Geral de Ipiaú. Agentes da Polícia Militar estiveram no local para sinalizar e evitar possíveis acidentes.(Giro Itagibá)

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O governo da Bahia sacramentou, na tarde desta sexta-feira (12), junto ao Fundo Soberano da Rússia, a compra de 9,7 milhões de doses da vacina Sputnik V, para uso no estado. O governador Rui Costa (PT) deu a notícia durante uma reunião com os prefeitos da Região Metropolitana de Salvador.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta sexta-feira (12), o registro do primeiro medicamento para tratamento da Covid-19, o Remdesivir. Assim, o antiviral passa a ter recomendação em bula para pacientes com a doença. 

O Remdesivir recebeu em outubro aprovação nos Estados Unidos da FDA (Food and Drug Administration, órgão equivalente à Anvisa) para uso como medicamento oficial para o tratamento da Covid-19. No entanto, logo depois, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que o antiviral não é recomendado para pacientes hospitalizados com Covid-19, uma vez que não evita mortes, nem agravamento da doença. O Remdesivir é um medicamento intravenoso que age impedindo a replicação viral.

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Uma jovem de 22 anos foi morta a tiros na tarde desta quinta-feira (11) em Vitória da Conquista. De acordo com a Polícia Civil da cidade, Hiandra Couto Soares, foi morta dentro de uma casa, no bairro Jardim Sudoeste. Não há detalhes se Hiandra morava na casa onde foi morta, mas a polícia informou que a vítima estava junto com amigas, quando os suspeitos chegaram no local e atiraram.

Logo depois dos disparos, eles fugiram. Ninguém foi preso. Informações iniciais apontam que somente Hiandra foi baleada. O corpo da jovem foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). Ainda não há informações sobre a motivação, autoria do crime, nem sepultamento.

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A média móvel de mortes por covid-19 no Brasil, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, bateu recorde pelo 13º dia consecutivo e ficou em 1 705 nesta quinta-feira, 11. Nas últimas 24 horas, foram registrados 2.207 novos óbitos e 78.297 novos casos no País. No total, o Brasil registra 273.124 mortos e 11.284.269 casos da doença. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa.  Segundo os números do governo, 9.958.566 pessoas estão recuperadas.

Covid na Bahia

Nas últimas 24 horas, a Sesab notificou 4.975 novas contaminações pelo novo coronavírus e 115 novas mortes em decorrência da doença. Com isso, a Bahia acumula agora 730.542 casos confirmados e 12.961 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, que chegou ao estado no dia 6 de março de 2020.

A Bahia alcançou, nesta quinta-feira (11), o recorde de leitos de terapia intensiva disponibilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19, com 1.257 UTIs, 20 a mais que o pico registrado durante a primeira onda da pandemia, entre 26 de agosto e 1º de setembro de 2020. Mesmo assim, a taxa de ocupação não cedeu e manteve-se em 88%, conforme dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).

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2651

 

Atenção motociclistas de Ipiaú e região, não compre nada sem antes conferir os preços das Lojas Santana Moto Peças que neste mês de março está com o Rasga Preços, ofertas arrasadoras em pneus, lubrificantes, capacetes, baterias, capas de chuva, peças e serviços mecânicos para sua motocicleta de alta e baixa cilindrada. A Santana Moto Peças divide as compras em até 12x sem juros. Entrega grátis através, chame agora mesmo pelo whatsapp (73) 3531-1448. Santana Moto Peças – Loja 1 localizada atrás do Banco do Brasil. Loja 2, na Rua do Sapo. Siga o instagram da loja e confira as ofertas. @santanamotosipiau

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2652

Um jovem, morador do Bairro Constância, em Ipiaú, foi vítima de afogamento no Rio de Contas, na tarde dessa quinta-feira (11). Segundo apurou o GIRO no local, o corpo de Caique Magalhães Motta de Oliveira Coutinho, 27 anos, foi resgatado por um mergulhador em um poço de cerca de 2 metros de profundidade, distante a poucos metros da margem do rio, já no lado do distrito do Japomirim, município de Itagibá. Segundo as informações, Caique estava atravessando o rio, e quando se aproximava da margem, começou a se afogar. Uma mulher presenciou o afogamento e iniciou os pedidos de socorro. Existe uma versão, ainda não confirmada, que o jovem teria sofrido uma descarga elétrica numa bomba d´agua instalada no local. O corpo será encaminhado pelo Departamento de Polícia Técnica de Jequié para o IML. Caique era sobrinho da ex-vereadora Simone Coutinho e neto do ex-prefeito de Ipiaú, Miguel Coutinho. *Redação/Giro Ipiaú

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A CBF divulgou na manhã desta quarta-feira, 10, numa transmissão ao vivo por meio do seu canal no Youtube, um relatório da efetividade do protocolo de segurança e combate ao coronavírus e defendeu a continuidade dos campeonatos nacionais, organizados pela entidade, em meio ao auge da pandemia no Brasil. – A aplicação do protocolo sanitário, com a convicção ainda mais forte que nós já tínhamos no ponto de vista teórico, em agosto, quando retomamos. Mas agora com convicção da aplicação na prática. O futebol é seguro, controlado, responsável e tem todas as condições de continuar – disse Walter Feldman, secretário-geral da CBF, antes de passar a palavra ao médico Jorge Pagura.

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Fugiu da cadeia pública de Itagibá na tarde desta quarta-feira (10) o jovem Anderson Nogueira Andrade (21), preso em flagrante por tentativa de homicídio ocorrida no último domingo (07) no distrito de Japomirim.

Anderson é acusado de ter efetuado os disparos na tentativa de tirar a vida do rapaz apelidado de “Pastor”. Na ocasião, a vítima conseguiu fugir e se esconder em uma residência.

Anderson não teve a mesma sorte ao tentar a fuga após a tentativa de homicídio e foi capturado por moradores, após a motocicleta em que se encontrava colidir com um poste, sendo logo em seguida preso.

Com ele a polícia encontrou duas armas de fogo que foram apreendidas. O parceiro de Anderson na empreitada criminosa conseguiu se evadir do local.

Conforme informações do delegado Nilo Siqueira, Anderson conseguiu fugir pelo teto da delegacia após serrar uma grade. A polícia segue em busca para recaptura-lo.

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Jerusa Lopes Calazans de Oliveira

É notório o aumento da violação de direitos contra a criança e adolescentes em tempos de pandemia.  O fica em casa é uma medida de prevenção sanitária deliberada pelos órgãos da Saúde, a fim de se evitar a transmissão do novo coronavírus, mas por outro lado estamos lidando com o aumento da violência doméstica contra as crianças e adolescentes.  

O “# fica em casa” se tornou tão comum em tempos de isolamento social, mas essa determinação deu origem ao agravamento de outra questão social a violência aos segmentos mais vulneráveis como: crianças, adolescentes, mulheres e idosos. Podemos inferir que os indicadores de risco desta violência estrutural se referem a uma estrutura social que somada a um conjunto de fatores como: ausência de renda, de emprego, descontrole emocional, aumento do consumo de drogas e álcool, ausência dos pais, ausência de rede de apoio e serviços, entre outros fatores perpetua a desigualdade social causando um sofrimento que precisa ser evitado. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS (2002) definiu a violência como: “O uso da força física ou do poder real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha qualquer possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação” 

O foco central deste debate é o Impacto da Frase “#ficaemcasa” nas Famílias em Situação de Vulnerabilidade Social e que diante do atual contexto, torna-se mais que necessário discutir e provocar o poder público local, as esferas legislativa e executiva para criar estratégias que efetive as políticas de proteção social e que seja capaz de gerar mudanças em pontos nevrálgicos para o enfrentamento da violência, oferecendo a este grupo populacional uma resposta progressiva das demandas e necessidades que se apresentam.

Assim ao debater o “#ficaemcasa” dois grandes eixos de discussão sobre o assunto nos chamam a atenção: o primeiro é termos a compreensão se no interior dessas famílias já aconteciam de forma camuflada a violência e com o isolamento social veio o agravamento da situação que ficou mais evidente o esgarçamento dos laços familiares. E segundo como se tem estabelecido os laços intrafamiliares entre cuidadores e seus filhos e quais as redes que tem sido envolvida para o atendimento e quais as políticas que tem sido efetivado em direção a essas famílias. Leia Mais

Inicialmente para entender o primeiro eixo, analisamos os dados de atendimentos do Centro de Referência Especializado da Assistência Social – CREAS que por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAEFI  que de acordo com a tipificação, traz o seguinte conceito:

Executa o serviço de apoio, orientação e acompanhamento a famílias com um ou mais de seus membros em situação de ameaça ou violação de direitos. Compreende atenções e orientações direcionadas para a promoção de direitos, a preservação e o fortalecimento de vínculos familiares, comunitários e sociais e para o fortalecimento da função protetiva das famílias diante do conjunto de condições que as vulnerabilizam e/ou as submetem a situações de risco pessoal e social. (Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais).

Era evidente em nosso contexto a situação de violência intrafamiliar, mas a ênfase desta problemática ocorreu nos últimos meses com a pandemia e o isolamento social, diante deste cenário percebem-se altos índices de violência intrafamiliar, que se refere a atos inadmissíveis de tortura psicológica, violência sexual, espancamento, maus tratos e negligência no município.

Dentro do espaço do CREAS, a equipe de referência do PAEFI já vinha atuando com as mais diversas violações de direitos voltados a todos os segmentos etários, mas no último ano, a violência infanto-juvenil teve uma ascensão, isso de acordo com os atendimentos realizados no mesmo período de 2019. Neste mesmo ano, os atendimentos e acompanhamentos registrados neste equipamento, fora de vinte e um (21) casos de violação de direitos, com a pandemia os casos saltaram e o CREAS, bateu o recorde no registro de violação de direitos com quarenta e quatro (44) famílias e em especial o aumento dos casos de violência infantil. (Fonte: CREAS de Ubatã-Bahia).

Analisando o perfil das famílias atendidas por nossos serviços, notou-se que oitenta por cento (80%) destas, vivenciam situação de pobreza e este fator vem desencadear as vulnerabilidades que se relaciona com as mais diversas manifestações das expressões da questão social, e que segundo Yazbek se expressa pelo conjunto de desigualdades sociais engendradas pelas relações sociais constitutivas do capitalismo contemporâneo.

Diante deste contexto, foram identificadas que a maioria das famílias tem em seu eixo central a mulher exercendo o papel de chefia no grupo familiar, algumas tem dificuldades de demonstrar e construir afetos, baixo nível de escolaridade, ausência de emprego e renda. Ainda analisando o perfil apresentou-se também: famílias numerosas, inúmeras trocas de parceiros, maus tratos, negligencias, relações afetivas e vínculos fragilizados, entre outras questões sociais.  

Cabe reforçar que, essas situações incidem sobre o desempenho do exercício da função protetiva e de cuidado de modo que essas famílias não conseguem garantir a Proteção Social a seus membros. Entendemos que, com o isolamento social houve o agravamento das desigualdades sociais e consequentemente das situações de violação de direitos.

Lembremos que, a violência intrafamiliar ocorre nos mais diversos contextos, não escolhe classe social, gênero, raça, etnia e nem religião, ela simplesmente sobrevém sob as formas mais cruel e desumana, ela se manifesta nas relações interpessoais e intrafamiliares e, em especial nos grupos mais vulneráveis através de atos de caráter físico, psicológico, sexual, verbal, como já mencionado fatores que causam prejuízos e traumas ao longo da vida. Esse agravo está presente com uma maior ou menor frequência, em todas as regiões do país, nos diversos grupos sociais e nas diversas faixas etárias. 

Outro agravante em tempos de pandemia para o aumento da violência intrafamiliar foi o ficar em casa, as crianças, além de terem seus estudos prejudicados, também enfrentam questões graves de violências em meio à pandemia. Compreendemos que a escola é um lócus de proteção, contra abusos, fome e desamparo. Com o desemprego as mulheres ficaram mais tempo em casa e muitas com seus companheiros, e com o aumento do desemprego os adultos passaram mais tempo em seus domicílios, houve também o aumento do consumo de álcool, das brigas e tensões no núcleo familiar, intolerância com seus membros, fatores que somados as demais questões sociais enfraqueceu a coesão familiar. 

Cabe mencionar que, a família enquanto célula do organismo social é para ser o lócus de pertencimento, de proteção, de cuidado de introjeção de valores e formação de identidade, mas que por vezes, a própria família desprotege os seus membros, por não conseguirem exercer a função de proteção e de cuidado. 

Vemos hoje, em face do contexto pandêmico e das questões sociais a desproteção por parte da família a seus membros e diante  da fragilidade do segmento etário criança, percebeu no município um índice maior de violação de direitos contra este público, a violência intrafamiliar ocorre de forma muito frequente nas nossas crianças e das mais diversas formas como: maus tratos, negligência, abandono, infelizmente diante da crise sanitária causada pelo coronavírus, presenciamos o agravamento destas violências no último ano. 

Considerando todas estas questões, observou-se, que as relações destas famílias estão fragilizadas, visto que fazem parte das vivências de ciclos intergeracionais da reprodução de violências, e, essas nas suas relações tendem reproduzir a mesma violência que um dia fora desferida a si mesma. Por isso, identificamos que no interior dessas famílias já aconteciam de forma camuflada a violência e com o isolamento social veio o agravamento da situação, que deixou evidente a fragilidade nos laços familiares.

Diante do trabalho realizado pela equipe de referência do CREAS, se percebe que muitas delas querem mudar, mas muitas vezes sentem fracassadas por não conseguirem lidar com determinadas situações. Outras ouvem o discurso e preferem ficar do lado do companheiro, e tem aquelas que fazem o esforço para deixar a dependência do álcool e droga, e tem a que afirma que não vai negligenciar os cuidados para com seus filhos, enfim em todos os casos entendemos que é necessário se trabalhar o afeto, a reconstrução do vínculo para se fortalecer o exercício da capacidade protetiva e de cuidado das genitoras para com seus filhos.

Dados do Sistema Nacional de Proteção à Infância indica um aumento significativo nos casos de violência infantil desde março, inicio da pandemia.

Com o boom da gravíssima situação foi sancionada a lei nº 14. 022, em 7 de julho de 2020, que apresenta medidas de enfrentamento à violência doméstica e familiar durante o período pandêmico que visam minimizar os efeitos negativos da pandemia na vida das crianças.

A IMPORTANCIA DA REDE DE SERVIÇOS PARA O ATENDIMENTO E PROTEÇÃO 

A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) define como destinatário da assistência social os grupos sociais em situação de vulnerabilidade e pobreza. Pretende-se com as politicas públicas de assistência social garantir a provisão dos mínimos sociais necessários para os segmentos populacionais mais necessitados, por meio das redes. Destarte a LOAS Lei nº 8.742 traz em seu arcabouço:

Art. 1.º A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. 

Art. 2.º A assistência social tem por objetivos: 

I – A proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos, especialmente:

a) a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; 

b) o amparo às crianças e aos adolescentes carentes; 

Para a garantia e a proteção integral das nossas crianças, a Secretaria de Assistência Social do município de Ubatã em ações conjuntas com o Conselho Municipal de Assistência Social, Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente, o poder legislativo e executivo, debateram a situação e perceberam a necessidade de ampliar a rede de serviços socioassistenciais para o atendimento e proteção deste público, mesmo em meio à pandemia e a falta de repasse regular dos recursos da assistência social. 

Diante deste contexto o município implantou o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora e decidiu ampliar a equipe técnica de referência do CREAS, com a contratação de mais uma equipe psicossocial.

Compreende-se que esses serviços são espaços privilegiados para realizar o trabalhar social com as famílias para o enfrentamento da violência, visando à reconstrução dos vínculos, entretanto a complexidade das violações de direitos no âmbito familiar consiste em identificar comportamentos e práticas de modo a buscar desenvolver nessas famílias a capacidade da função de proteção.

A urgência de implantar o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora foi pelo aumento dos casos e da necessidade de atender as demandas apresentadas pelos serviços e, em especial do Conselho Tutelar. Os serviços da rede socioassistencial são indispensáveis para mitigar as situações de violência no interior da família e possibilitar a proteção social em ações conjuntas com o Sistema de Garantia de Direitos. 

Nos casos acima relatados quatro (4) entre crianças e adolescente foram afastadas do grupo familiar, sob medidas de proteção e estão acolhidas e famílias acolhedoras. É importante ressaltar, que o afastamento familiar é uma medida excepcional, aplicada apenas em situações onde há grave risco à integridade física e/ou psíquica da criança ou adolescente, de acordo com Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu art. 19 §1o e §3º e art. 101 §1o. Vale ressaltar que esse serviço atua em ações conjuntas com a Justiça da Infância e da Juventude, no sentido de oferecer proteção integral às crianças e adolescentes e o retorno mais breve possível à família de origem, quando há possibilidade de retorno. 

É importante ressaltar que, as equipes de referência psicossocial do SAFA e CREAS realizam o trabalho social com as famílias de origem, família acolhedora e com a criança e adolescente, afastados do convívio familiar. As ações do trabalho são ancoradas para contribuir para o fortalecimento da família no seu papel de proteção, incluir as famílias no sistema de proteção social e nos serviços públicos, contribuir para acabar com as violações de direitos na família e prevenir a reincidência de violações de direitos.

O nosso trabalho não se esgota por aqui, para tanto é necessário fortalecer a rede de proteção social as nossas famílias e indivíduos, para que neste processo as políticas públicas possam mediar o efetivo direito ancorado na proteção social, para isso é imperativo articular e integrar serviços, da Saúde, Educação entre outras políticas. Assim, é necessário que cada gestor da pasta tome para si as suas responsabilidades e compreendam que a Proteção Social só é garantida e efetivada quando todos se comprometem. 

Destacamos que, a realização desta pesquisa foi possível a partir do assessoramento técnico realizado no Centro de Referencia Especializado da Assistência Social, onde a pesquisadora coletou os dados e realizou as tratativas que embasou o artigo.  Pretende-se contribuir para o fortalecimento da rede intersetorial e para efetivação dos direitos da criança e adolescente, buscando fortalecer os vínculos das relações familiares.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O “#ficaemcasa” foi uma estratégia precisa e necessária imposta pela vigilância sanitária e órgãos da Saúde, mas para muitas famílias e seus membros foi o período que mais sentiram a desproteção social, por vivenciarem a violência no âmbito familiar, num momento onde as políticas sociais deveriam garantir a proteção da família. Analisou-se que em diversos artigos científicos houve o aumento da violência intrafamiliar, e, esta ocorreu nos seguimentos etários mais vulneráveis. 

Diante do exposto, no município de Ubatã – Bahia não foi diferente os dados coletados pelos serviços da rede socioassistencial CREAS e Conselho Tutelar, indicaram a expansão da violação de direitos contra crianças e adolescentes. 

Para o atendimento deste público alvo e entendendo a absoluta prioridade o gestor da pasta provocou o poder público local: legislativo e executivo para criar o Serviço Família Acolhedora como estratégia de proteção social para o enfrentamento da violência contra criança e adolescente e possibilitou a ampliação da equipe psicossocial do PAEFI, para o atendimento e acompanhamentos dos casos de violação de direitos no município.

Indicamos que, os serviços da rede setorial precisam ser fortalecidos para melhor integração das ações e soluções das questões apresentadas, visando a reconstrução dos laços familiares.  

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

_______________________ ESTADO E POLÍTICAS SOCIAIS. Maria Carmelita Yazbek. Disponível em http://files.adrianonascimento.webnode.com.br/200000175-4316b440ff/Yazbek%2C%20Maria%20Carmelita.%20Estado%20e%20pol%C3%ADticas%20sociais.pdf –  Acesso em 14 de fevereiro de 2021.

BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.  Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS Brasília, 2011 Gráfica e Editora Brasil LTDA.

Constituição da República Federativa do Brasil (1988) 

Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Dispõe sobre a organização da Assistência Social.

________________________ Lei nº 14.022, de 7 de julho de 2020. Altera a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e dispõe sobre medidas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher e de enfrentamento à violência contra crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência durante a emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2020/Lei/L14022.htm . Acesso em 14 de fevereiro de 2021.

Relatório Mundial sobre Violência e Saúde. OMS, Organização Mundial de Saúde. Genebra: OMS; 2002.

Resolução nº 109, de 11 de novembro de 2009. Aprova Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais. Brasília: MDS/CNAS, 2009b.

ROJAS, Ana Acosta, Maria Amália Faller Vitale. Família: redes, laços e políticas públicas. 7ª Edição. Editora Cortez 2008.

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Mais uma pessoa foi vítima de atropelamento na Avenida José Moreira Sobrinho, bairro Jequiiezinho, ladeira de acesso ao Centro Administrativo de Jequié. A ocorrência foi registrada pela Guarda Municipal na tarde desta segunda-feira, 08 de março. Um senhor que saia do trabalho montado em uma bicicleta foi atingida por um veículo. O motorista evadiu do local sem prestar socorros. A vítima, um senhor não identificado sofreu escoriações no corpo e foi socorrida por uma equipe do SAMU 192. Esta não é a primeira vez que pessoas são atropeladas neste trecho e os condutores não prestam socorro. A Ladeira da Balança como é denominada requer uma atenção especial da Superintendência Municipal de Transito – SUMTRAM e da Policia Militar.

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