O número de prefeitos na Bahia que não conseguiu aprovação nas urnas nas eleições deste ano, é recorde. Dos 307 prefeitos, aptos a reeleição, só 204 entraram na briga, 109 desistiram, sendo que, dos que encararam a disputa eleitoral apenas 77, ou 37,74%, lograram êxito – 127 perderam, segundo a contagem feita pela União dos Municípios da Bahia (UPB). “O número é recorde absoluto desde que a reeleição foi instituída, em 2000. O resultado era previsível”, comentou a presidente da  UPB e prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria (PSB), que aponta a crise como fator determinante. “Tanto que em 2008, com a economia indo de vento em popa, o índice de reeleição foi o maior, 63,4%”, compara Maria Quitéria, justificando que cortaram muitas verbas dos municípios.” Muitas obras que estavam em andamento pararam. Isso forçou os prefeitos a fazerem muitas demissões”, complementou a presidente da UPB. Outro dato também levantado em relação ao pleito deste ano foi a diminuição do números de mulheres eleitas. Em 2012, foram 84 e em 2016, apenas, 56

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