A Justiça de São Paulo negou nesta semana, pela segunda vez, o pedido de liberdade provisória a dois réus acusados de tatuar um adolescente à força e filmar a tortura no último dia 9 de junho, em São Bernardo do Campo (SP). A informação foi confirmada por Marcos Antonio dos Santos, advogado do tatuador Maycon Wesley Carvalho dos Reis, 27 anos. Ele escreveu “eu sou ladrão e vacilão” na testa do menor, de 17 anos. O indeferimento do pedido também valeu para o pedreiro Ronildo Moreira de Araújo, 29 anos – a primeira negativa foi em junho, ainda referente à decisão de primeira instância.

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