Na estimativa da União dos Municípios da Bahia-UPB foram mais de 350 prefeituras baianas que fecharam as portas nesta quinta-feira, 26, para denunciar a grave crise financeira que afeta os municípios. O Movimento Pró Município em Salvador, levou prefeitos e seus acompanhantes até a  Assembleia Legislativa do Estado onde foi realizada uma sessão especial abordando as pautas estaduais. Ainda na sessão da ALBA os prefeitos solicitaram o acompanhamento do estudo que está sendo feito pelo Tribunal de Contas dos Municípios para a retirada dos programas federais do cálculo do índice de gasto com pessoal. De acordo com a UPB, tribunais de outros estados já não computam as despesas criadas pela União e executadas pelas prefeituras. À tarde, uma nova reunião com senadores e deputados federais na sede da UPB apresentou a pauta nacional e discute a queda de cerca de 40% no repasse ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A alegação dos gestores municipais é de que estão sem condições de pagar a folha de pessoal e manter serviços de saúde, educação e assistência social.  “Os municípios não passam de burro de carga da União e dos estados. Mas a carga está tão pesada que não conseguem mais carregar”, reclamou o presidente da UPB e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures  Ribeiro.

Compartilhamentos

7178

LEIA TAMBÉM

Menino de 12 anos morre em acidente com três carros no município de Porto Seguro

Jerônimo confirma Geraldinho como pré-candidato a vice e mantém chapa governista

Itagibá: Nova diretoria da ASPLEI toma posse em culto solene na Igreja CEIA

Suspeito de abuso sexual contra a própria filha é preso na zona rural de Jitaúna