O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de delação premiada de oito ex-funcionários da OAS. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, eles trabalhavam no setor responsável pelo caixa dois e pelos repasses de propina da empreiteira.
Os delatores atuavam com um grande volume de documentos que podem permitir a comprovação de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Aproximadamente metade dos temas apresentados na delação usa e-mails e papéis de transações financeiras para identificar o destinatário dos pagamentos ilícitos.
Fachin homologou as delações ainda em março, mas elas ainda estão sob sigilo de Justiça. Ainda segundo a Folha de S. Paulo, os oito ex-funcionários da OAS negociaram o acordo de forma separada da cúpula da empreiteira. O ex-presidente da empresa, Léo Pinheiro, preso em Curitiba, ainda tenta se tornar delator.

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